Aluno e professor são premiados em torneios de Xadrez

Nicholas Takano, do 7.o ano, foi destaque em diferentes torneios de Xadrez. O aluno venceu o SP Open na categoria júnior, conquistou o 1.o lugar no campeonato paulista (sub 12) e ainda garantiu a 3.a colocação no campeonato brasileiro (sub 12). O treinador de xadrez do Band, Álvaro Aranha, também foi premiado na categoria profissional do SP Open.

aluno Nicholas com o professor Alvaro

aluno Nicholas com o professor Álvaro

Enxadrista desde os 6 anos de idade, Nicholas conta que o que acha mais interessante no esporte é participar de torneios. “Eu gosto de competir com pessoas diferentes para saber como está o meu nível. Também me ajuda a controlar o nervosismo, tanto nas competições, quanto na hora de fazer provas no Colégio”, declarou o aluno.

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Além dos treinamentos com um tutor particular, o aluno também faz o curso extracurricular de Xadrez no Band e ainda integra a equipe de aperfeiçoamento voltada para estudantes que desejam competir, mentorados por Álvaro. “Os torneios que ele ganhou vão além do âmbito escolar; o paulista e o brasileiro são organizados Federação de Xadrez. Pelo histórico, ele tem chances de se tornar um mestre no futuro”, contou o professor.

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Sobre os planos para próximos torneios, o aluno afirma que participará representando o Brasil no campeonato Panamericano, que será realizado em julho no Uruguai.

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O treinador Álvaro também foi destaque no SP Open Profissional, alcançando a 1.a colocação entre outros Mestres Enxadristas. “Foi uma conquista importante para mim, é um torneio bem tradicional. Como eu me dediquei a ser professor, a minha carreira de jogador ficou em segundo plano, mas eu gosto de competir e eu tenho o objetivo de me tornar um grande mestre, que é o título máximo no Xadrez”, afirmou.

Sobre a importância do esporte para ele e para os alunos que treina, Álvaro destaca a filosofia do esforço e o desenvolvimento de habilidades essenciais para realizar provas, como concentração e foco. ” Eu acho interessante observar a evolução dos estudantes e a superação de limites deles. Xadrez exige muita disciplina e organização e nesse sentido se aproxima bastante do vestibular”, concluiu.